Residência imaginada para a zona rural é adaptada para ser construída em um condomínio urbano, mantendo espírito despojado e abertura à vegetação | aU - Arquitetura e Urbanismo

Residencial

FGMF, Campinas, SP. 2011/2014

Residência imaginada para a zona rural é adaptada para ser construída em um condomínio urbano, mantendo espírito despojado e abertura à vegetação

POR GIOVANNY GEROLLA FOTOS RAFAELA NETTO
Edição 272 - Novembro/2016

O projeto original desta residência em Campinas, no interior de São Paulo, foi pensado para a zona rural, em uma chácara de dois alqueires, em meio a um cafezal. Porém, depois de ver o desenho pronto, o casal de publicitários ao qual se destinava a casa desistiu do terreno mais distante e optou por outro, localizado em um condomínio urbano. A Casa no Cafezal, porém, deveria manter aqueles primeiros traços.

Para transpor o projeto da chácara para um lote retangular de 6.500 m² era preciso adaptar suas dimensões. Os arquitetos do escritório Forte, Gimenes & Marcondes Ferraz (FGMF) demoliram uma construção preexistente para assentar a proposta ortogonal. Esta é marcada por linhas retas e muito limpas e uma cobertura única que abriga blocos prismáticos, ora opacos, ora totalmente transparentes e permeáveis à vegetação.

O platô foi levemente ajustado, com pouca movimentação de terra, 'apenas o suficiente para dominar a situação', nas palavras do arquiteto Fernando Forte. Com 964 m² térreos de área construída, o programa dividiu-se em dois blocos isolados. A sudoeste fica o principal, alocando as áreas social, íntimas e de serviços. Centralizado no lote, há um anexo para lazer com sala de TV e jogos, espaço gourmet, sauna, churrasqueira, quadra de tênis e deque com piscina.

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