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Design

Herman Miller cria versão remasterizada da clássica cadeira Aeron

Carine Savietto
Edição 276 - Março/2017

Peça integrante do acervo permanente do MoMA (Museu de Arte Moderna de Nova York), a Aeron Chair há muito ultrapassou a condição de objeto de mobiliário e atingiu o status de obra de arte. Criada pelos designers americanos Bill Stumpf e Don Chadwick, ela revolucionou o mercado quando foi lançada pela Herman Miller em 1994, em grande medida por não ter sido desenhada para agradar aos olhos, mas sim ao corpo. Não à toa, se tornou a cadeira de escritório mais famosa do mundo.

Desenvolver uma versão remasterizada desse clássico foi a missão abraçada pela Herman Miller nos últimos dois anos. O fato de a Aeron nunca ter perdido seu apelo comercial - ela continua sendo uma das cadeiras mais vendidas nos Estados Unidos, além de estar presente em mais de 130 países e de ser a escolha de um terço dos CEOs da lista das 100 melhores empresas da revista Fortune - se mostrou um desafio a mais: como melhorar um produto tão bem-sucedido e emblemático?

ALÉM DO QUE SE VÊ
O caminho escolhido foi promover mudanças que pudessem ser sentidas, e não necessariamente vistas. Eis a razão pela qual a Herman Miller, que repensou a peça em parceria com Don Chadwick (Bill Stumpf faleceu em 2006), optou pelo uso do termo 'remasterização', geralmente empregado na indústria fonográfica: a ideia não era criar um modelo novo, mas sim alinhar o original às tecnologias e às necessidades dos novos tempos. Em outras palavras, implementar sutis alterações de design a fim de evitar o envelhecimento gradual do ícone.

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